2009 : Harley-Davidson Iron 883

Trial

2008: Team Suzuki Rizla MotoGP

Chris Vermeulen e Loris Capirossi




1980/2 : Suzuki GSX 1100 S Katana




Esta moto possuía um motor de 4 cilindros refrigerado a ar/óleo de 1074 cc, DOHC, 111cv às 8500 rpm, 232 kg e caixa de 5 velocidades. Para saber mais sobre este modelo clique aqui

1989:G.P.Brasil - G.P.500

Quadros Harley-Davidson 3


2006: Honda LCR c/Casey Stoner MotoGP





2000 : Ducati 916 Camp.Mundial Superbikes


1991/1997: Yamaha YZR 500

1991 YZR OWD3

1992 YZR OWE0

1993 YZR OWF2

1994-1995 YZR OWF9


1997 YZR OWH0

2009: Equipa Ducati Marlboro MotoGP

Casey Stoner e Nicky Haiden

Ducati Desmosedici GP9



Motard (Contemporaneos)

O "Rei" Carl Fogarty


Nascido em Blackburn Lancashire em Inglaterra no dia 1 de Julho em 1966, Carl Fogarty é, até ao momento, o mais bem sucedido piloto na história do Campeonato Mundial de Superbikes. É o piloto com mais vitórias, mais duplas vitórias e com mais campeonatos mundiais vencidos até à data. sua imagem foi quase sempre ligada à Ducati (em 1996 correu pela Honda) tendo vencido para esta o Campeonato Mundial de Superbikes em 1994, 1995, 1998 e 1999. É o único piloto em WSB a manter o titulo de campeão no seguinte. No inicio correu como privado numa moto financiada com ajuda da sua família. Ao atingir o seu quarto titulo pensou retirar-se mas a sua vontade de correr foi mais forte e voltou a correr pela Ducati em 2000. No entanto esse ano foi fatídico para Fogarty pois sofreu um grave acidente que pôs um fim à sua carreira de piloto. Continuou na Ducati como relações publicas até 2001 deixando a marca para criara a sua própria equipa.

Palmarés em WSB:

1991 - 7º

1992 - 9º (1 vitória)

1993 - 2º (11 vitórias)

1994 - Campeão (10 vitórias)

1995 - Campeão (13 vitórias)

1996 - 4º ( 4 vitórias)

1997 - 2º (6 vitórias)

1998 - Campeão (3 vitórias)

1999 - Campeão (10 vitórias) Recorde de pontuação e também : Campeão do Mundo de Resistência em 1993, vencedor da Taça do Mundo de TT F1 em 1990, Campeão Mundial de TT F1 em 1988 e 1989, vencedor por 3 vezes da Ilha de Man em TT e recordista absoluto da volta ao circuito da Ilha de Man

1996/2002: Yamaha YZR GP 500

1996 YZR OWJ1

1998/1999 YZR OWK1

2000 YZR OWK6

2001 YZR OWL6


2002 YZR OWL9

1983/1986: Suzuki XN 85 Turbo





A XN 85 Turbo foi a reacção da Suzuki à era Turbo tendo-se fabricado sómente 1153 unidades.
Foi a primeira moto de fabrica a utilizar jante dianteira de 16´´ , um só amortecedor traseiro (Full Floater da Suzuki) e sistema anti-dive .
O seu motor de 4 cilindros em a 4 tempos de 673 cc, refrigeração a ar, injecção, 8 valvulas,caixa de 5 velocidades , 85 cv às 7000 rpm e 247 kg.

1983: Yamaha XJ 650 Turbo








Em 1992, a Yamaha pretendeu que as suas motos da gama média fossem tão rápidas como as de grande cilindradas. Assim , seguiu a moda da altura e criou a XJ 650 Turbo.
O seu motor era um quatro cilindros em linha de 653 cc refrigerado a ar, DOHC, 90 cv às 9000 rpm e 230 kg de peso.

1972/1978: Suzuki GT 380

1972
1973
1975
1977
1978


Este modelo da Suzuki possuia um motor de 371 cc de 3 cilindros a 2 Tempos refrigerado a ar, 38 cv às 7500 rpm,caixa de 6 velocidades, 4 escapes e 171 kg de peso.

HMK 561 sonho ou alucinação?


O HMK 561 é um motociclo ultraleve com um desenho inovador e um novo conceito de motorização, desenvolvido pela RK, empresa de Berlim que a apresentou ao mundo em Colónia, no último Intermot.

O elemento fulcral desta moto é o quadro em fibra de carbono com capacidade de armazenar energia, pois as fibras de materiais compósitos de que é feito, estão dispostas de forma apropriada, que além de funcionarem como um condensador, servem ao mesmo tempo de cablagem eléctrica para alimentar directamente o taquímetro e as luzes, e ainda transportam informação sobre a integridade do próprio quadro, permitindo uma monitorização constante.

Mas a inovação não fica por aqui, já que o carregamento é efectuado por indução.

A motorização é assegurada por dois motores eléctricos acoplados ao quadro que propulsionam respectivamente a roda traseira e a dianteira, através de dois braços oscilantes, equipados cada um com um pequeno diferencial que transfere a potência directamente aos dois pares de jantes existentes nas rodas dianteira e traseira, e asseguram também que a travagem regenerativa recupera a energia que de outra forma iria ser desperdiçada.
O seu baixo peso reverte a favor de uma menor necessidade de potência, mas não há dados nem sobre a capacidade de armazenamento nem sobre o consumo de energia.
O projecto original contempla um recarregamento frequente por indução no trânsito (nas pequenas paragens nos semáforos, ou compras, por exemplo) mas sobre o qual também não são fornecidos detalhes.


Em termos estéticos as opiniões vão seguramente divergir já que a semelhança com uma bicicleta irá influenciar a opinião dos mais fundamentalistas.
Este é um dos projectos mais ambiciosos até hoje, no domínio das novas tecnologias de transporte. Justifica-se assim toda a falta de informação sobre mais especificações, nomeadamente autonomia e performance.

Fotos e textos:motociclismo.pt


2005: MV Agusta Brutale 750 Gladio



Este modelo foi uma série especial da Brutale com um motor de 749 cc, 4 cilindros em linha com refrigeração liquida, 4 válvulas por cilindro que debita 127 cv às 12500 rpm.